Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2012

Trabalhadores da siner segurança em greve em inhambane

Trabalhadores da empresa de segurança privada Siner Segurança, na província de Inhambane, no sul de Moçambique, estão em greve por tempo indeterminado, reivindicando sete meses de salários em atraso e melhoria de condições de trabalho.

Os grevistas abandonaram, segunda-feira, os seus postos de trabalho e amotinaram-se na Praça dos Trabalhadores, próximo da empresa Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), na cidade de Inhambane, ostentando dísticos com mensagens de repúdio.

A AIM escreve que além da falta de pagamento de salários, os grevistas exigem o pagamento de subsídio por trabalho extraordinário, equipamento de trabalho, botas, casacos de frio e capas de chuvas, só para citar alguns terrenos.

Das poucas vezes que os salários são pagos, nem todos os recebem, havendo entre cinco e 10 funcionários deixados à sua sorte, disse um dos grevistas à nossa reportagem.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 14:24
link do post | comentar | favorito

Poluição ambiental faz com que empresa seja encerrada em Nampula.

As autoridades governamentais em Nampula acabam de ordenar a paralisação imediata das actividades da Nova Texmoque, Lda, empresa de capitais tanzanianos, por considerar que a mesma estava a provocar problemas ambientais.

Em comunicado de imprensa, datado de 12 de Outubro de 2012, o director provincial para Coordenação da Acção Ambiental, Armindo Chauque, afirma que desde 2008 que aquela unidade industrial vem implementando a sua actividade sem que para tal fosse realizada uma avaliação ambiental, de modo que obtenha a respectiva viabilidade e emissão da licença.

O comunicado de imprensa refere ainda que “depois de várias advertências, associadas a inúmeras denúncias que nos foram reportadas, eis que se decidiu fazer a colheita das águas residuais e submetidas ao laboratório Nacional de Higiene de Alimentos e Águas, cujos resultados provaram que as águas não correspondem aos padrões gerais de descarga de águas residuais domésticas e industriais no meio receptor, como também não correspondem aos requisitos de potabilidade”. O sector do ambiente acrescenta ainda que, devido ao volume das infracções, aquela empresa incorre em uma multa de 240 mil meticais.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 13:36
link do post | comentar | favorito

Bandidos armados assaltam paróquia da Igreja Presbiteriana de Khovo

Esta não é a primeira vez que uma instituição religiosa é assaltada por meliantes na cidade de Maputo, tendo uma das investidas resultado no assassinato do padre católico Valentim Camale.

Dois indivíduos fortemente armados assaltaram a sede da Igreja Presbiteriana de Moçambique, “Khovo”, e levaram cerca de 250 000 meticais destinados a pagamentos dos funcionários daquela diocese. O assalto aconteceu às 11h30 de ontem.
Os meliantes, ainda a monte, seguiram o funcionário da diocese desde o banco onde levantou o dinheiro até ao parque da igreja.

Quando este saia do carro, os assaltantes foram ao seu encontro, apontaram-no com uma pistola. Com a vítima imobilizada, os assaltantes levaram o dinheiro, e em seguida colocaram-se em fuga: a vítima ficou com apenas 650 meticais após a investida.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 12:56
link do post | comentar | favorito

Governo desvaloriza ameaças da Renamo e quer continuar a dialogar

O chefe da delegação do Governo no diálogo com a Renamo, José Pacheco, desvalorizou, ontem, as ameaças do delegado provincial da Renamo em Sofala de dividir o país pelo rio save, caso o Governo continue a não levar a sério as questões apresentadas pelo partido de Afonso Dhlakama.

Reagindo a estes pronunciamentos, José Pacheco disse que já no passado tinha ouvido, de um proeminente quadro daRenamo - Manuel Pereira -, que a “perdiz” pretendia dividir o país. “Creio que não é isso que os moçambicanos querem. Os moçambicanos querem um Moçambique de todos e unido do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao índico”, disse Pacheco.

José Pacheco, que é também membro da Comissão Política da Frelimo, refutou as alegações de alguns sectores de opinião segundo as quais o Governo só aceitou receber a delegação da Renamo na sequência de várias pressões internas e externas. Pacheco disse que a sua delegação encara com seriedade estes encontros, daí que não faz sentido afirmar que o Governo apenas pretende gerir a Renamo e ganhar tempo.

“Nós encaramos o diálogo com muita seriedade, elucidando a Renamo como é que as coisas devem ser tratadas. Explicamos àRenamo que ninguém está acima da Constituição da República e das leis. Qualquer procedimento deve obedecer ao quadro legal vigente”, referiu JoséPacheco.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 12:32
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 18 de Dezembro de 2012

Imóvel na cidade da Matola gera disputa entre um idoso moçambicano e outro de nacionalidade portuguesa.

Narciso, idoso moçambicano de mais de oitenta anos de idade anos não consegue dormir tranquilamente, uma vez que passados quase quarenta anos um outro idoso de nome José Joaquim Pinheiro da Silva Ribeiro, 90 anos de idade, reaparece afirmando que o imóvel o pertence e pretende recuperá-lo.

Narciso, que durante toda a vida nele viveu, não quer acreditar que um dia o poderá perder.
Intentou o caso as entidades competentes, mas a decisão por estas tomadas não lhe foi favorável, dai este total desagrado.

A advogada do idoso Narciso, Alice Mabota, entende haver muitos atropelos da lei mãe no tratamento deste caso.
Mabota diz que nunca irá descansar enquanto o mesmo não seja resolvido condignamente, e é da opinião que os moçambicanos que adquiriram da APIE, os seus imóveis devem ter muita cautela, uma vez que actualmente observa-se o regresso ao país de muitos portugueses devido a crise financeira que abraça Portugal.

José Joaquim Pinheiro da Silva Ribeiro, está actualmente sob cuidados judiciais no distrito da Moamba, província de Maputo, suspeito de entre vários crimes de migração ilegal.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 17:32
link do post | comentar | favorito

Inventora cria preservativo anti-estupro na África do Sul

O estupro tornou-se um problema endêmico na África do Sul, então uma técnica da área médica, chamada Sonette Ehlers desenvolveu um produto que imediatamente chamou a atenção nacional.

Ehlers nunca se esqueceu de uma vítima de estrupo que lhe disse "Se ao menos eu tivesse dentes lá embaixo."
Algum tempo depois, um homem chegou ao hospital no qual Ehlers trabalha com uma dor terrível, por conta do zipper que havia fechado sobre o seu pênis. Ehlers misturou as duas imagens e desenvolveu um produto chamapo Rapex.

O produto parece um tubo, com fisgas no seu interior. A mulher coloca-o como um absorvente interno, através de um aplicador, e qualquer homem que tentar estuprar a mulher irá se rasgar com as fisgas e precisará ir a um hospital para remover o Rapex.
Quando os críticos reclamaram que se tratava de uma punição medieval, Ehlers respondeu, "Uma punição medieval para uma atitude medieval."
publicado por Jornal NMz Moçambique às 17:19
link do post | comentar | favorito

Estado não pode dar o que não tem - Ministro da Saude

“Num contexto actual, da crise financeira e internacional, os países não podem determinar um leque salarial a seu bel prazer. Há regras que devem ser seguidas”, explica o titular da pasta da saúde.

O ministro da Saúde, Alexandre Manguele, diz que o Estado moçambicano não pode dar aos médicos aquilo que ele próprio não tem e que, por mais força que se faça, “é preciso perceber que não é possível, neste momento, resolver todos os problemas”.
Alexandre Manguele diz que não tem dúvidas de que o governo moçambicano sempre quis o melhor para os seus funcionários, incluindo os da saúde, mas “é importante perceber que estamos num país com as dificuldades que tem e foi assim desde sempre”.

“Ainda estamos num país onde é pedido a nós algum sacrifício. Por mais força que façamos, não é possível resolver todos os problemas. É verdade que o governo faz sempre a sua parte, mas temos que perceber que não somos um país que pode dar tudo”.

O titular da pasta da saúde diz, entretanto, que aquilo que for possível, evidentemente, será feito, mas deixa claro que “há coisas que não são possível fazer”.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 15:48
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Janeiro 2013

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
12
13
18
20
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. Vandalizada sede do MDM

. Professores de nível supe...

. Raios mataram oito pessoa...

. Saúde preocupada com elev...

. Enfermeiros reúnem-se par...

. Ministro exonera deputado...

. Caso sequestros: Ministro...

. Em plena consulta: Explos...

. Oposição critica “insensi...

. Jorge Khálau reconduzido ...

.arquivos

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

.tags

. todas as tags

.favorito

. CIDADE DE TETE, VENDA DE ...

. BREVE HISTORIAL DE NOTÍCI...

. MOVIMENTO NMOZ:: Juntos ...

blogs SAPO

.subscrever feeds