Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2012

HCM REGISTA TRÊS MORTES DURANTE O NATAL

Três pessoas mortas constitui o saldo registado durante as festividades do Dia da Família ou Natal no Hospital Central de Maputo (HCM), a maior unidade sanitária do país, na sequência de várias doenças.

O Director dos Serviços de Urgência, Raúl Cossa, que falava na manhã de hoje, em Maputo, disse que as três vítimas são parte de um universo de 500 pessoas que deram entrada naquela unidade sanitária, durante a ocasião festiva.

“Estes três óbitos resultam de diversos tipos de doenças, não posso especificar quais,” disse.
Na ocasião, Cossa revelou que do mesmo número de pacientes que deu entrada, na terça-feira, 114 pessoas encontram-se internadas e 383 tiveram alta.
“Este é o número geral das entradas de doentes no Hospital que estão repartidos entre a traumatologia, pediatria, maternidade, genecologia e clinica social,” disse o director.

No que respeita as entradas no Banco de socorros, Cossa disse que a maior unidade sanitária do país registou a entrada de 301 casos, dos quais 169 com doenças gerais e 132 com diversos tipos de trauma.
O director disse que durante a Festa de Natal se registaram 36 casos de acidentes de viação e 34 agressões físicas.

Na ocasião, Cossa revelou que cinco pessoas se encontram internadas no HCM, na sequência de 30 acidentes de viação registados durante as festividades do Natal.

“Grande parte destes acidentes ocorreram na cidade de Maputo, dentre os quais apenas uma criança encontra-se no estado grave,” disse.

Cossa preferiu não afirmar categoricamente que 2012 foi mais calmo que o ano transacto, mas as autoridades sanitárias, a nível daquela unidade hospitalar, conseguiram controlar a situação.
Como forma de garantir um atendimento público mais flexível, Cossa disse ter sido criado, para o período festivo, mais um balcão para os doentes que se dirigem ao HCM, elevando para quatro e, em caso de necessidade, aumentar-se-á mais um durante a passagem do ano.

“Este período do ano é muito movimentado e para fazer face a prováveis problemas vamos criar mais um balcão,” garantiu o director.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 07:51
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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012

Mais 2 mil agentes para Lei e Ordem

O país conta desde ontem com mais de dois mil agentes da polícia. Os mesmos foram graduados pela Escola Básica da Polícia de Matalane, na província de Maputo.

São mais de mil agentes da Polícia de Protecção, cerca de 300 guardas prisionais e pouco mais de 500 agentes das Forças de Intervenção Rápida, graduados no vigésimo nono curso básico da PRM, décimo primeiro da FIR, 12º de guardas prisionais.

Foi uma cerimónia que não fugiu à regra. A mesma foi antecedida por uma marcha ordinária lenta de saudação à direita, o lado onde estavam posicionados os dirigentes máximos.
Depois seguiu-se o momento de juramento da bandeira, seguido da premiação dos melhores classificados.

O ministro do Interior, Alberto Mondlane, foi quem dirigiu o encerramento do curso. Na ocasião, Mondlane apelou aos recém-graduados para que sejam sérios no exercício das suas actividades.
“O vosso compromisso é, essencialmente, de servir e garantir a ordem e tranquilidade públicas. Nunca deveis usar a vossa capacidade e os instrumentos que o Estado coloca à vossa disposição para a satisfação dos interesses individuais”, disse.

O ministro do interior apelou ainda a um maior desempenho dos agentes, sobretudo neste momento de quadra festiva, como forma de evitar sinistros que, geralmente, se têm registados quando chegam estes dias.

Para ilustrar esta situação, o dirigente recordou que este ano o país registou 1 777 óbitos por acidentes, 1 592 feridos graves e 2 134 feridos ligeiros. Para Mondlane, estes dados mostram a gravidade de um problema cuja solução é a mudança de atitude e comportamento.

Por seu turno, os graduados comprometeram-se a fazer de tudo quanto poderem para a defesa do povo, assim como para fazer cumprir a legalidade.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 16:43
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Sector privado insatisfeito com realizações do Governo

Realizou-se, ontem, em Maputo, o segundo conselho alargado de consulta entre o governo e o sector privado. No evento, o sector privado apresentou o balanço em torno da agenda de 2012, identificando as acções realizadas e o que ficou ainda por realizar-se pelo governo.

No momento mais importante do evento, onde seria apresentado o balanço das acções realizadas e o que ficou ainda por se realizar pelo Governo, foi interdita a permanência da imprensa na sala, sem que para tal fossem apresentados motivos. Mas a nossa equipa de reportagem conseguiu captar que o empresariado nacional encontra-se insatisfeito com as realizações do governo.

O presidente da Confederação das associações económicas de Moçambique (CTA), na sua apresentação, disse haver uma necessidade de se fazerem diálogos que culminem em resultados concretos e mencionou alguns factores que afectam negativamente o alcance de resultados, nomeadamente, “o limitado fundo de tempo disponível para emanar reformas”, que faz com que as reformas não tragam resultados atempadamente
publicado por Jornal NMz Moçambique às 16:31
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“Agiremos militarmente e os atrevidos pagarão caro a sua ousadia -Renamo”

O delegado provincial da Renamo em Sofala, Albano José, diz que qualquer tentativa de colocar elementos das forças de defesa em Gorongosa para atacar Afonso Dhlakama e outros membros da Renamo lá concentrados será violentamente repelida pelas forças armadas da Renamo.

“Quem está interessado na guerra é a Frelimo que envia agentes especiais da polícia à nossa base em Gorongosa, onde vive, actualmente, o nosso líder.Se repetirem este gesto, avisamos que arrepender-se-ão. Agiremos militarmente e os atrevidos pagarão muito caro a sua ousadia”, disse o novo delegado político da Renamo que, nos últimos dias, se tem concentrado em radicalizar e militarizar o discurso da Renamo.

Num outro desenvolvimento, Albano José negou que a ida de quadros da Renamo para a Gorongosa seja um início de uma nova guerra civil. “Em nenhum momento a nossa intenção foi governar este país à força, pois, se o quiséssemos, isto poderia ter acontecido antes das negociações de Roma. Estamos a dizer que estamos fartos de discursos enganadores. Queremos algo de concreto em relação àquilo que são as nossas preocupações que se identificam com as do povo.
80 por cento da população vivem numa penúria injustificada no país”, disse o homem forte da Renamo em Sofala.

"...não avançaremos para nenhuma agenda política nacional sem ver as nossas reivindicações satisfeitas” finalizou Albano José.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 16:19
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Renamo volta a abandonar plenária no debate da Constituição

É assim, sempre que o assunto é revisão da Constituição. Os deputados da Renamo na Assembleia da República (AR) voltaram a deixar seus lugares vagos durante a apresentação do relatório das actividades da comissão ad-hoc para a revisão da lei-mãe.

A Renamo abandonou a sala de plenário da Assembleia da República quando o presidente desta comissão, Eduardo Mulémbwè, dirigia-se ao pódio para dar a conhecer as actividades levadas a cabo desde o início do processo de revisão da Lei fundamental.
Para esta bancada, esta revisão não passa de uma brincadeira para enganar os moçambicanos. Aliás, para este grupo parlamentar, continua sendo inconcebível gastar-se cerca de 16 milhões de meticais para alterar apenas expressões, designações, pontos e vírgulas na lei.

“É apenas a alteração de algumas alíneas, pontos desnecessários, o que ao nosso ver é uma verdadeira diversão aos moçambicanos, o que prova cada vez mais a irresponsabilidade do Governo da Frelimo”, afirmou Arnaldo Chalaua, porta-voz da bancada da Renamo, para quem “ É inconcebível gastarmos o que se gasta, ou seja, aproximadamente 16 milhões de meticais num processo como este, quando milhares de crianças estudam ao relento, sentam-se no chão,faltam medicamentos nos hospitais e os professores não recebem a tempo os seus salários”.

“Vou continuar como uma mãe que concebe, sofre, aguenta durante a gestação, sabendo que depois dos nove meses trará uma coisa concreta e forte para o mundo”, diz Mulémbwè em analogia.
É inconcebível gastarmos o que se gasta neste processo só para mudar palavras, pontos e vírgulas”, Renamo. “Continuamos reticentes quanto à revisão da Constituição porque o objecto central ainda não está claro”, aponta José de Sousa, porta-voz do MDM.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 16:03
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Centenas de famílias perderam electrodomésticos

Mais de cem famílias dos bairros 25 de Setembro, Coalane e Brandão, ao nível da cidade de Quelimane, acabam de perder os seus electrodomésticos, devido à má qualidade de energia eléctrica fornecida pela Electricidade de Moçambique (EDM). As comunidades dizem que a EDM não se mostra disponível para arcar com os prejuízos.

No terreno, a nossa reportagem viu parte dos electrodomésticos das mais de cem famílias provenientes daqueles bairros, os mesmos dizem que o nível da qualidade de energia fornecida aos bairros regista constantes oscilações. Na verdade, a cidade de Quelimane tem estado a registar cortes quase que constantes nos últimos dias.

Dos electrodomésticos que não escaparam aos danos, destacam-se ventoinhas, televisores, DVD e congeladores. Entre os cidadãos, reina muito desespero...

Os lesados dizem que já participaram à electricidade de Moçambique os estragos causados pela má qualidade de energia, contudo, ainda não há resposta plausível para a reposição dos bens.

As famílias mostraram documentos à nossa reportagem, de uma longa lista de mais de cem pessoas, que deram entrada na direcção da electricidade de Moçambique, na cidade de Quelimane.
No bairro 25 de Setembro, dois dias antes dos estragos, as populações contaram ao jornal o pais que trabalhadores da Electricidade de Moçambique estiveram a desenvolver trabalhos num PT localizado naquele bairro, na sequência, os técnicos contaram à população que detectaram avarias que originaram nos estragos.

Arieta Bartolomeu, uma das cidadã lesada, explicou que “de repente à noite a energia começou a apagar e a ligar de forma bastante rápida. Deseguida, o meu congelador parou de funcionar, o televisor começou a tirar fumo e, de seguida, queimou, foi, na verdade, um grande susto”, disse.

EDM, por seu turno, diz que o facto deve-se à vandalização do equipamento.
De acordo com o director da Edm, Manuel Anselmo, neste momento foi criada uma comissão que envolve técnicos da EDM e quadros do sector da Energia, com vista a apurarem-se as reias causas deste fenómeno.

Paradoxalmente, mesmo com danos causados às mais de cem famílias, a electricidade de Moçambique diz que a energia fornecida à cidade de Quelimane é... de boa qualidade!

No entanto, com vista a não prejudicar as comunidades sobretudo no que aos danos diz respeito, o director da EDM em Quelimane garantiu ao nosso jornal que no terreno há trabalhos que já começaram a ser desenvolvidos.
Segundo disse, quadros do sector da energia e da EDM estão no terreno a fazer peritagem, por forma a compensarem as famílias.

Se o inquérito concluir que os danos causados ocorreram por razões não imputáveis à EDM, a empresa declinar-se-á das responsabilidades.
Refira-se que devido à sabotagem nos contadores, cabos neutros e espias, cabo que assegura a estabilidade mecânica no campo da rede energética, a EDM somou prejuízos orçados em 300 mil meticais.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 15:31
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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2012

Malária arrasou África e matou mais de 106 mil pessoas

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde.
Apesar de permanecer no topo da lista de países do mundo com mais mortes por malária, Angola assinala uma quebra notável, passando de mais de 25 mil mortes em 1999 para ‘apenas’ 6 909 em 2011.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a malária indicam que em 2011 morreram mais de 106 mil pessoas, sendo que apenas 3,5 por cento são não africanos.
A doença arrasou o continente africano, com a República Democrática do Congo a liderar esta lista negra.

A OMS divulgou um relatório sobre a malária, que incide sobre a mortalidade em 2011, em todo o mundo. O primeiro dado a reter é o número de mortes: 106 933 doentes infectados com a doença (valor mais reduzido desde 2001), o que representa uma descida de 40 mil, comparativamente a 2010.

O continente africano é o mais afectado pela malária. Nos 43 países africanos cobertos pela OMS, verificam-se 96,5 por cento do total de mortes verificadas em todo o mundo. São mais de 103 mil mortos por malária, em África.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 14:45
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