Quinta-feira, 13 de Setembro de 2012

Pastores da Igreja Mundial do Poder de Deus queixam-se de expulsões injustas

Três pastores da Igreja Mundial do Poder de Deus acusam a direcção da mesma de os ter expulso por não terem cumprido as metas, o que consideram ser injusto. O facto ocorreu na manhã de ontem, em Maputo.

O atraso no pagamento de salários aos pastores, o tratamento indigno e o cumprimento de metas na angariação dos dinheiros dos crentes para a igreja são os principais problemas que os mesmos levantam. “Eles dizem que nós estamos a gastar dinheiro, enquanto não conseguimos atingir as metas que nos dão”, desabafou o pastor Celso Arlindo .
O pastor acrescentou ainda que está doente e, quando solicitou ajuda na igreja, o seu pedido lhe foi recusado prontamente. “Fui abrir um processo no hospital porque estou doente. Fui à igreja pedir ajuda e o bispo recusou-se a pagar o meu tratamento, alegando que estou a ser despesa na igreja, porque, ao invés de meter dinheiro, estou a gastar”, explicou.
Dois dos três pastores expulsos viviam na mesma flat, no quinto andar do prédio Miguel, na cidade de Maputo. E, quando a nossa equipa de reportagem se dirigiu ao local para apurar os factos, à entrada do prédio, encontrou o vice-presidente da igreja, Amiel Frio. Logo, as partes começaram a trocar acusações.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 11:24
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Cidadã detida e indiciada de rapto de uma menor de 3 meses

Uma senhora de 34 anos de idade encontra-se detida nas celas do Comando Distrital da Manhiça, província de Maputo, sul do país, indiciada de tentativa de rapto de um bebé de 3 meses de idade. A indiciada admite ter levado o bebé, mas diz que não tinha intenção de raptá-lo.

O caso deu-se na segunda-feira, num dos bairros da vila da Manhiça, quando uma senhora de 34 anos de idade, de nome Faira Francisco, foi à casa de Maria América, mãe da criança em causa, por volta das 13h00. A mãe da criança explica que a suposta sequestradora teria dito que era amiga da sua irmã mais velha e que já há muito que pretendia ver a recém-nascida.
A mãe da criança diz não ter nenhuma relação com Faira, e que nunca a tinha visto. Mas, estranhamente, admitiu que saísse com o seu bebé.

“Veio uma senhora que me encontrou a lavar, e disse que vinha ver o meu bebé, porque desde que dei à luz nunca tinha tido tempo para tal. Depois, pediu que amamentasse a criança para que ela passeasse um pouco com ela. Disse que não iria para longe e que só precisava deixar uma camisola na vizinhança. Desapareceu e nunca mais voltou”, explicou a mãe da criança supostamente raptada.
Por seu turno, a indiciada reconhece o erro por ter levado a criança, mas diz que não tinha nenhum interesse de raptá-la. “Ela não ia admitir que eu saísse com o bebé da sua casa se não me conhecesse. Mas, mesmo assim, estou aqui a cumprir a pena que ela me proporcionou”.
Para os agentes da lei e ordem, não há dúvidas que esta é mais uma tentativa frustrada de rapto e que o bebé foi recuperado graças a denúncias de populares.
Neste momento, a senhora indiciada encontra-se nas celas da PRM a aguardar pela legalização da sua detenção e posterior julgamento, onde será acusada pelo crime de rapto.

Entretanto, ainda na vila da Manhiça, encontra-se detido um jovem de 19 anos de idade, indiciado de ter assassinado o seu próprio tio.
O acusado confessa o crime, e diz que o tio era um grande feiticeiro e teria matado quatro membros da sua família.
O jovem chama-se Naftal Azarias e diz ter assassinado o seu tio, irmão mais novo da mãe, no bairro de Munguine, distrito da Manhiça. Aponta que o seu tio é responsável pela morte dos seus quatro irmãos e o caso mais recente deu-se no dia 25 de Agosto passado, quando o mesmo teria prometido a morte do seu irmão mais velho, tendo este perdido a vida na noite do mesmo sábado.
Azarias não tem dúvidas que o seu tio é o responsável pela morte dos seus quatro irmãos.
O indiciado diz estar tranquilo porque conseguiu aliviar os outros membros da família e, por isso, não está arrependido.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 11:13
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Desenho de mamilos leva jornal The New Yorker a ser banido do Facebook

A página do jornal americano The New Yorker no Facebook foi banida temporariamente após a publicação de um cartoon onde um homem e uma mulher aparecem nus debaixo de uma árvore.

De acordo com a rede social, isso viola as suas regras sobre "nudez e sexo".
O jornal reagiu de maneira satírica à decisão, que apelidou de "Nipplegate" - em referência ao maior escândalo político da história dos Estados Unidos, o Watergate. No blog dos cartunistas do The New Yorker , o editor Robert Mankoff escreveu:"o problema (dos mamilos femininos) é potencialmente grave, sem cura conhecida - e tampouco vítimas. Isso é, a não ser que você leve em conta a liberdade de expressão, bom senso e humor".

O processo funciona da seguinte maneira: quando uma denúncia chega à rede social, uma equipa de segurança a avalia e, se for o caso, traça uma acção para solucioná-la. Se a equipa constatar que alguma das políticas da rede social foi violada, o Facebook elimina o conteúdo em questão e avisa à pessoa que o denunciou. A empresa também pode impedir que um usuário compartilhe determinados tipos de conteúdo, bloquear certos recursos no perfil, desabilitar a conta, ou, se necessário, sujeitar o caso a julgamento da lei de cada país.
A página do The New Yorker no Facebook está acessível, porém a restrição temporária gerou protestos mencionando uma possível censura na internet.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 10:45
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Malawi: 2 milhões de pessoas afectadas pela fome

Subiu para cerca de dois milhões o número de malawianos afectados pela fome devido à fraca produção na última campanha agrícola, revela o último balanço do Programa Mundial da Alimentação.

Inicialmente, estimava-se em um milhão e quatrocentos mil o número de malawianos em situação difícil, mas a recente avaliação conjunta do governo e das organizações internacionais indica o surgimento de mais bolsas de fome.
De acordo com o PMA, os afectados pela fome vão precisar de assistência alimentar até Março do próximo ano, altura em que se prevê o início das colheitas, em particular do milho.
Dos vinte e oito distritos do Malawi, metade estão afectados pela fome, alguns dos quais de uma forma muito severa.
Até agora, o governo malawiano vai tentando socorrer as vítimas com base num donativo de cinco mil toneladas de milho, como primeira resposta à crise alimentar.
Para enfrentar a insegurança alimentar, o PMA necessita de cerca de quarenta milhões de doláres, mas até agora as contribuições dos parceiros aproximam-se a cerca dez milhões.
O Malawi está a braços com a fome devido a seca prolongada registada nalgumas regiões do país durante a última campanha agrícola.

Como consequência, a produção de cereais, em particular do milho, registou um fracasso sem precedentes.
Uma pesquisa do comité de avaliação da vulnerabilidade constatou que não obstante o país dispôr de algumas reservas alimentares, é necessário um reforço para fazer face às bolsas de fome até Fevereiro de 2013.
Na última safra, a seca prolongada afectou sobretudo o milho, gerando uma morte precoce das plantas, e impedindo assim a sua produção.
O consumo anual do país está estimado em dois milhões e setecentas mil toneladas de milho, e a exportação do cereal está suspensa para atender às necessidades internas.
O comité de avaliação da vulnerabilidade, que integra o governo, a FAO, a OXfam, a Visão Mundial, a Organização Mundial de Alimentação, a Fewsnet, entre outras organizações, recomenda a médio prazo, a adopção de estratégias para a redução das calamidades, entre as quais, a prática de culturas tolerantes a seca.
A agricultura sustentável e a diversificação das culturas, são algumas das estratégias apontadas para fazer face às calamidades naturais.
A longo prazo, o comité sugere que se deve repensar as formas de lidar com as questões de vulnerabilidade nas áreas afectadas para se evitar a repetição dos mesmos problemas.
O cenário de fome afecta o centro e sul do Malawi, nomeadamente, Nsanje, Balaka, Chiradzulu, Mwanza, Phalombe, Neno, Ntcheu, Zomba, Chikwawa e Blantyre. A maior parte destes distritos fazem fronteira com Moçambique.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 10:37
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Cientistas africanos anunciam novo remédio contra a malária

Cientistas da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, anunciaram o desenvolvimento de um novo remédio para combater a malária. Sem nome comercial, é apresentado pela sigla MB 390048. O medidamento promete combater os cinco tipos conhecidos da doença com um único comprimido, tomado uma só vez. Testes realizados em animais mostram que o micro-organismo causador da malária, o protozoário chamado Plasmodium , desapareceu do organismo após uma só dose do produto. E o medicamento ainda impede que o mosquito Anopheles transmita o mal a outras pessoas depois de picar alguém infectado.
Em 2010, a Organização Mundial de Saúde, órgão ligado a ONU, registrou 216 milhões de casos em todo o mundo. A malária causa, entre outras coisas, febre,mal-estar, fortes calafrios e anemia. Sem o tratamento adequado, que deve ter início logo após aparecerem os primeiros sintomas, a doença pode levar à morte.
No ano passado, cerca de 1 milhão de pessoas morreram de malária no mundo - 890 mil só na África Subsaariana. No Brasil, 97% dos casos ocorrem na Amazônia. As principais vítimas são as crianças. As autoridades de saúde estimam que, no continente africano, uma criança morre a cada quarenta e cinco segundos por causa da malária.
Os cientistas sul africanos comemoram o feito: é a primeira vez que uma pesquisa feita na África por pesquisadores locais chega a resultados tão concretos.Em um continente marcado por miséria, grandes distâncias e comunidades isoladas na selva, o remédio recém-descoberto traz grande esperança. Segundo os pesquisadores, com a nova tecnologia, em duas ou três décadas pode ser possível erradicar a malária em todo o mundo.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 10:28
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Turista suíço é detido por insultar presidente do Zimbabwe

Um turista suíço foi detido no Zimbabwe por insultar o presidente do país, Robert Mugabe, informou nesta quarta-feira o jornal estatal The Herald.
Segundo a publicação, o suíço Thomas Fischer irritou-se num posto fronteiriço com a Zâmbia devido a um suposto atraso de um funcionário alfandegário. As supostas palavras do turista, reproduzidas pelo "The Herald", foram: "Mugabe é um filho da p.... Ele e os seus sabem como f... as pessoas e, em particular, os estrangeiros".


Fischer foi detido no sábado depois de uma desavença com um funcionário da Autoridade de Alfândegas do Zimbabwe (ZIMRA, na sigla em inglês), num posto fronteiriço no lago Kariba, na fronteira norte com Zâmbia.
"Aparentemente, Thomas teve um mal-entendido com um funcionárioda ZIMRA, a quem acusou de um atraso (no trâmite da sua documentação)", disse a porta-voz policial Clemence Mabweazara, que acrescentou que os turistas "não deveriam esperar um tratamento especial".
Fischer já foi levado à justiça local e está previsto que volte a apresentar-se a um tribunal hoje, quinta-feira. Ele e a sua mulher viajavam de Zâmbia ao popular destino turístico zimbabweano de Mana Pools, no rio Zambeze.
O incidente aconteceu numa época na qual o Zimbabwe, cuja economia agoniza, tenta estimular o turismo depois de mais de uma década de crise econômica e política. Insultar o presidente Mugabe, que está no poder desde 1980, é considerado crime no Zimbabwe, e pode acarretar uma multa ou até um ano de prisão.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 09:49
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Tratamento macabro: Médico tradicional mata paciente à paulada

Um suposto médico tradicional identificado apenas por Abdala, encontra-se detido pela polícia em Ancuabe, acusado de ter assassinado, há dias, à paulada, um cliente que procurou seus serviços.

O jornal Notícias cita Renato Tiquite, Procurador-chefe de Ancuabe, província de Cabo Delgado, a dizer que tudo começou quando a vítima que em vida residia no distrito de Balama, onde era professor, depois de ter sofrido um roubo, se deslocou à sua terra natal, na sede distrital de Ancuabe, onde conheceu uma amiga com quem foi a Nipataco, a fim de efectuar um tratamento tradicional com vista à recuperação dos bens roubados.
De acordo com a fonte do Notícias, a viagem de Ancuabe para Nipataco foi feita de motorizada do finado e chegados ao curandeiro, este pediu que a moça ficasse em casa, para que ele e o professor partissem para a zona de Nanhupo, distrito de Montepuez, alegando existirem raízes que permitem a recuperação dos bens roubados.
Estranhamente, chegados à zona em alusão, o curandeiro e a vítima entraram na mata, onde pretensamente iriam à procura de medicamento apropriado para o caso.
O procurador de Ancuabe disse que o suposto médico tradicional terá declarado na procuradoria que quando chegaram na mata pediu a vítima para que ficasse de cócoras, altura em que se aproveitou para desferir golpes na nuca do seu cliente, tendo o finado perdido a vida imediatamente.
A fonte informou ainda que o falso médico tradicional teria de seguida vendido a motorizada, a um preço de nove mil Meticais. A jovem que acompanhou o professor ao curandeiro também esteve detida, para averiguações, mas já se encontra em liberdade.
Tiquite fez saber que Ancuabe está a registar um recrudescimento de crimes hediondos nos últimos dias, tendo adiantado que recentemente um jovem sofreu queimaduras graves como resultado de uma briga numa troca de copos com desconhecidos que depois atearam fogo contra si, na vila distrital.

“Foi uma briga de bebedeira. Cinco jovens estiveram a consumir cerveja numa das barracas aqui da sede distrital, mas houve um outro que se meteu no grupo sem ter sido convidado e consumiu a bebida num dos copos da mesa. Um deles retirou-se sorrateiramente do grupo, para ir comprar combustível com o qual regou o intruso e de seguida incendiou-o, tendo sofrido graves queimaduras em todo corpo, razão porque neste momento encontra-se internado no hospital provincial”- explicou Tiquite.
Segundo a fonte, as autoridades policiais conseguiram neutralizar, dois elementos que se presumem sejam do grupo, já no vizinho distrito de Meluco, para onde os autores do crime se terão refugiado, encontrando-se ainda à monte três deles.
O procurador de Ancuabe relaciona o recrudescimento de crimes em Ancuabe com o aumento do consumo de bebidas alcoólicas e da entrada naquela região de muitos estrangeiros atraídos pela exploração ilegal do rubi, na região de Namanhumbir, em Montepuez.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 09:00
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