Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012

Bakhir Ayob continua sob investigação - Disse a PRM

O porta-voz do Comando Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) Pedro Cossa, reiterou ontem, em Maputo, que as investigações sobre os sequestros não terminaram com a soltura do empresário Bakhir Ayob, e que continuam para reunir outro tipo de provas.

Falando no habitual "briefing" semanal com a a imprensa, Cossa negou que a polícia tenha se recusado a acatar uma ordem do tribunal para devolver algumas viaturas apreendidas em conexão com este caso por insuficiência de provas do envolvimento de Bakhir nestes actos.

Cossa disse na ocasião que existe a intenção de se querer manipular o triângulo de relacionamento existente entre a Polícia, o Tribunal e o Ministério Publico. “Tem havido sempre um mal entedido, desde o caso de Nacala, nao sei porquê”, disse Cossa.

A polícia, segundo Cossa, obedece a uma cadeia de comando. "Ela tem a sua função, o tribunal idem,assim como o Minsitério Público, e a base de relacionamento entre estas instituições é de complementaridade".

“Portanto, a polícia nunca se recusou a devolver viatura alguma”, disse Cossa, reiterando que a corporação sempre respeitou as decisões dos tribunais.
A Polícia, segundo Cossa, não solta porque a tarefa de soltar é da responsabilidade da secção de instrução criminal, cabendo ao juiz desta estância decidir em face das provas reunidas se existe ou não matéria criminal suficiente para manter ou não o indiciado na cadeia.

"Caso não haja matéria suficiente, o juiz ordena a soltura para o indiciado aguardar em liberdade condicional o que não significa que o processo contra esse individuo tenha chegado ao fim", explciou Cossa.

“O facto que se coloca aqui é que a liberdade é a ragra e a prisão uma excepção”, esclareceu.
Na ocasião, Cossa disse que, durante a semana de 29 de setembro a 5 de Outubro corrente, a polícia registou 105 casos criminais dos quais 86 foram esclarecidos, o corespondente a 82 por cento de resposta policial.
Dos casos esclarecidos, segundo a PRM, 66 foram praticados contra a propriedade, 29 contra pessoas e 10 contra a Ordem e Tranquilidade Públicas.

Dos crimes cometidos destaque vai para casos de furto qualificado, homicídio voluntário, ofensas corporais, violação de mulheres e de menores, posse ilegal de armas de fogo, roubo de viaturas, burla, posse de rands falsos, consumo e tráfico de canabis sativa e roubo com recurso a armas brancas.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 10:59
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