Domingo, 24 de Junho de 2012

MISAU já controla qualidade de medicamentos

O MINISTÉRIO da Saúde já conta com um laboratório provisório para assegurar o controlo da qualidade de medicamentos. Trata-se de um empreendimento localizado nas imediações do Hospital Geral de Mavalane, cidade de Maputo, que entrou em funcionamento formalmente na quinta feira.
O arranque das actividades que tiveram início em Abril na fase experimental, vai colmatar a lacuna que se registava na certificação da qualidade dos fármacos de proveniência diversa que entravam no país.
O anterior laboratório de testagem de qualidade de medicamento deixou de funcionar em 1998 e de lá a esta parte recorria-se a um pequeno quite do campo que não tinha maior precisão e capacidade que o actual tem.
Polly Dunford directora interina da USAID, entidade que financiou a reabilitação e apetrechamento das instalações, disse que o acto é um passo muito importante para Moçambique pois, os utentes passarão a consumir algo certificado e não de origem duvidosa.
“Serão testados todos os medicamentos que entram em Moçambique desde os antimaláricos, anti-retrovirais, antibióticos e outros fármacos”, disse.
Isabel Chemane, directora substituta do laboratório, disse estar instalada a capacidade para avaliar a qualidade dos medicamentos que circulam no país, o que não era possível nos moldes anteriores em que se trabalhava em quites e/ou recorria-se a laboratórios de fora como da África do Sul, por exemplo.
Entretanto, vezes sem conta foram reportados na Imprensa nacional casos de medicamentos contrafeitos e/ou fora do controlo de qualidade por parte das autoridades sanitárias. Sobre aquela entidade seria uma pista para denúncia de casos similares, Isabel Chemane remete o público ao Departamento Farmacêutico que tem uma linha verde para esse tipo de casos, no Ministério da Saúde.
“Quando alguém tem um medicamento suspeito ou que lhe esteja a criar problemas de reacções adversas deve reportar no Departamento Farmacêutico. É aquele sector que vai canalizar o medicamento ao nosso laboratório para efeitos de testagem”, explicou.
O laboratório tem neste momento seis técnicos, número que virá subir com o regresso dos antigos quadros alocados a outras áreas, na altura em que as actividades foram interrompidas. Sobre a polémica da circulação de medicamentos fora do prazo, Isabel Chemane disse que o assunto pertence ao passado, pois todos os medicamentos já foram incinerados.
“Ainda que não seja a pessoa indicada para falar do assunto, posso adiantar que o mesmo deixou de ser problema, pois os medicamentos foram incinerados na totalidade”, finalizou.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 13:52
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