Sexta-feira, 8 de Junho de 2012

Polícia queixa-se de falta de colaboração da comunidade muçulmana

O empresário Amad Jassat, 42 anos de idade, baleado ante-ontem à noite, na avenida 24 de Julho, em Maputo, está vivo, mas o seu estado inspira cuidados intensos, de acordo com o boletim clínico revelado ao jornal O País, pelo cirurgião Carlos Machado.

Uma das balas atingiu Amad Jassat no pescoço e, quando chegou ao Hospital privado de Maputo, o empresário estava inconsciente, em estado de coma. Foi isto que confundiu as pessoas que lhe prestaram os primeiros socorros e alguns membros da própria polícia, ao ponto de o darem como morto e revelaram-nos a informação nestes termos.
Os médicos dizem que o facto de ter sido assistido prontamente foi crucial para chegar vivo ao hospital. Ainda assim, o cirurgião Carlos Machado, que lidera a equipa que tenta salvar a vida de Jassat, revelou-nos que o estado clínico do seu paciente era muito reservado e que eram ainda muito escassas as informações que poderia fornecer à imprensa. “Neste momento, o que nós podemos afirmar é que recebemos um cidadão ferido que entrou neste hospital ontem à noite (n.r. anteontem) e de momento estamos a fazer todo o tratamento possível e recomendável nestas situações. Estamos numa fase de colher mais informações sobre o estado clínico, isto para termos mais informação”, revelou Machado.

O cirurgião do Hospital privado de Maputo disse, ainda, que Amad Jassat “encontra-se sob cuidados intensivos. Em relação ao seu estado, dêem-nos a possibilidade de trabalharmos, por enquanto, e, como já disse, daremos mais informações sempre que for requerido pela imprensa noutro momento.”
O internamento de Amad Jassat originou um movimento de susado no Hospital privado do Maputo, ao longo do dia de ontem. Foram várias as pessoas que para lá acorreram à procura de informação sobre o estado de saúde do empresário, dentre familiares, amigos e parceiros de negócios. Os semblantes tensos e tristes denunciavam a apreensão generalizada das pessoas, conscientes de que o estado de Jassat não inspirava muita confiança.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 06:52
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