Segunda-feira, 4 de Junho de 2012

Uso doméstico e industrial em Maputo: Expansão de gás arranca em breve

A primeira fase de execução do projecto de expansão de gás natural para a cidade de Maputo e o distrito de Marracuene arranca dentro em breve.


Neste momento, os parceiros estão a acertar os detalhes para a constituição da empresa que vai explorar o empreendimento, cujos investimentos globais ascendem a 80 milhões de dólares norte-americanos.
A implementação deste projecto tem o mérito de poder contribuir para a diversificação das fontes de energia na cidade de Maputo e no distrito de Marracuane, particularmente a nível industrial e doméstico, concorrendo para a redução dos custos de produção e do custo de vida, respectivamente.

Dados fornecidos ontem pelo administrador do pelouro de pesquisas na Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), Tavares Martinho, indicam que o projecto envolve, para além da ENH, uma empresa coreana, denominada Kogas e ainda o Município de Maputo.

A primeira fase consistirá na construção de um ramal a partir de Beloluane para a cidade de Maputo e ainda um anel de distribuição inicialmente para abastecer os grandes consumidores, com destaque para hotéis, hospitais e indústria panificadora.

Na segunda fase, o enfoque será dado aos consumidores domésticos, altura em que o projecto será estendido da capital do país para o distrito de Marracuene.
Até ao momento, segundo Tavares Martinho, foram já concluídos os estudos de engenharia e de impacto ambiental, condições primárias para a implementação do projecto que se insere no âmbito da maximização do uso de gás natural produzido nos jazigos de Pande e Temane.

“Está em negociação a criação de uma parceria para a implementação do projecto. Já fizemos os estudos de engenhariae de impacto ambiental. Portanto,está tudo a postos para o arranque do projecto no segundo semestre”, assegurou o administrador Tavares Martinho.
A viabilização do empreendimento acontece numa altura em que a Sasol, empresa que está a explorar os jazigos de gás natural de Pande e Temane, na província de Inhambane, acaba de aumentar a sua capacidade de produção dos anteriores 120 milhões de gigajoules para 183 milhões de gigajoules por ano.
Caso o aumento do consumo de gás assim o exija, entrar-se-á para a segunda fase, que consistirá na construção de um gasoduto de reforço ligando o posto administrativo de Ressano Garcia, no distrito da Moamba, e a zona do parque industrial da Matola, num investimento fixado em 50 milhões de dólares.
A expectativa é que os níveis de consumo de gás venham a aumentar consideravelmente, o que vai contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que passarão a ter uma fonte alternativa de energia.
Em Moçambique, o gás disponível é usado pela Matola Gás Company, que fornece aos consumidores industriais e comerciais na cidade da Matola, outra parte pela Auto-Gás, para o abastecimento de viaturas e outra ainda pela Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, abastecendo consumidores domésticos e comerciais, incluindo a produção de energia eléctrica.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 01:23
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