Sexta-feira, 20 de Abril de 2012

ZUCULA REITERA DESCONHECER AS RAZÕES DE BANIMENTO DAS COMPANHIAS NACIONAIS

O Ministro dos Transportes e Comunicações, Paulo Zucula, reiterou hoje que a União Europeia (UE) ainda não notificou as autoridades moçambicanas sobre a manutenção das companhias áreas nacionais no espaço europeu.
Em princípios deste mês, a UE publicou uma lista em que as companhias aéreas moçambicanas continuam banidas de sobrevoar o espaço europeu,medida que vigora desde 2011. No ano passado, as autoridades dizem que Moçambique foi banido com base num relatório da Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO).
Paulo Zucula diz não saber as razões da UE em manter o banimento, uma vez que as recomendações da ICAO foram tomadas em conta e o Governo empenhou-se no sentido de ultrapassar os problemas apontados por aquele organismo.
Entretanto, a UE disse que a sua decisão foi comunicada a Embaixadora moçambicana na Bélgica, Ana Uaiene, que também representa o país junto daquela organização continental.
Falando hoje durante um encontro com jornalistas, Zucula reconheceu que a Embaixadora de Moçambique na UE reuniu-se com a Direcção-Geral da Mobilidade e Transportes da Comissão Europeia, mas tal foi a pedido da Embaixada e, durante esse encontro, não houve nenhuma notificação.
“A única coisa que eu tenho é uma acta dessa reunião, na qual até se diz que, até meados de Abril, vão nos dar com detalhe os problemas que eles acham que nós ainda temos e são esses detalhes que nós temos. Portanto, não nos notificaram que haveríamos de ficar na lista negra”, disse o governante, fornecendo a referida acta, enviada pela Embaixada de Moçambique na UE.
Contudo, a acta em alusão indica igualmente que, nesse encontro, o director da Unidade de Segurança Aérea da Direcção-Geral da Mobilidade e Transporte informou que a UE estava ao corrente da evolução registada em Moçambique, mas apesar desses avanços, cerca de 67 porcento dos requisitos internacionais de segurança aérea tinham ainda que ser preenchidos.
A acta indica também que a Direcção da UE considerou que este processo (de regularização do problema) requer algum tempo para ser preenchido, pelo recomendava que, ao nível interno, o país devia tomar as devidas cautelas de modo a que os trabalhos em curso correspondam integralmente aos requisitos exigidos.
Assim, os oficiais da UE dizem que não deve haver “pressa exagerada” em solicitar uma inspecção, sem que todo o processo tenha sido realizado com todo o rigor técnico necessário, sob o risco disso trazer resultados “muito negativos” a semelhança do que já aconteceu com países como Angola e Indonésia.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 22:57
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