Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2013

Cinco óbitos, 309 casas totalmente devastadas e 486 parcialmente destruídas...

O presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, David Simango, diz que o número de óbitos devido às enxurradas subiu para cinco na capital do país. São quatro crianças e um adulto. Mais 309 casas foram totalmente devastadas e 486 tiveram uma destruição parcial, sendo que 1 192 casas estão totalmente inundadas.

Em consequência, 222 pessoas estão, desde ontem, nos centros de acomodação temporária. São, no total, cinco centros de alojamento que se encontram espalhados nos bairros 25 de Junho, Laulane, Escola Secundária Força do povo, entre outros.

O presidente do município descreve a situação como grave e pede a compreensão de todos, tendo em contas que a queda de chuva não terminou, já que ainda se está numa época chuvosa.
Neste momento, David Simango diz que a prioridade é salvar vidas. E, por isso, o município está a trabalhar com o governo da cidade e o Central no sentido de garantir que as pessoas que estão nos centros de alojamento tenham as mínimas condições de vida.
O edil da capital diz que, além das vítimas humanas, houve danos materiais avultados. O sistema de abastecimento de água do FIPAG foi arrasado, os postes da EDM também não escaparam, incluindo a linha-férrea dos CFM.

A linha-férrea dos Caminhos de Ferros de Moçambique foi afectada em três pontos, nomeadamente, na zona do mercado vulcano, no bairro do Aeroporto, dois pontos na zona do Costa do Sol, na zona da ex-rua Dona Alice.

Para já, a linha do limpopo encontra-se encerrada. Os CFM, tal como disse Simango, garantem que, até sexta-feira, o comboio voltará a apitar nos locais em causa.
As águas de Moçambique também já restabeleceram o abastecimento de água nalgumas zonas, mas no distrito municipal Kamavota, concretamente nos bairros de Laulane, Ferroviário, Costa do Sol, ainda não foi possível, não só devido à gravidade dos danos lá provocados, como também e, sobretudo, porque alguns pontos ainda se encontram alagados, não sendo por isso aconselhável fazer a ligação da água.

O mesmo cenário acontece com a electricidade de Moçambique (EDM). A empresa teve que romper o fornecimento de energia eléctrica como forma de evitar danos maiores.
Algumas estradas em número não especificado também foram penalizadas. Buracos agravaram-se. A transitabilidade tornou-se complicada. Simango diz que há empresas que já se prontificaram para dar apoio no tapamento dos buracos bem como a limpeza da areia que se acumulou no meio de alguns troços.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 10:03
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