Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2013

Empresas em Sofala rejeitam estagiários

A FALTA de receptividade por parte das empresas e outras instituições para efeitos de estágio está a afectar o devido enquadramento de centenas de jovens estudantes, trabalhadores e de várias comunidades residentes nas cidades da Beira e do Dondo, em Sofala, que estão a beneficiar de cursos de formação de curta duração nas áreas de electricidade industrial e pedreiros, tendo em vista aminoração do índice de desemprego.

Segundo a directora do Instituto Industrial e Comercial da Beira (IICB), Bernardete Roque que nos revelou esta preocupação durante a cerimónia de graduação do 3º grupo de estudantes do curso de electricidade, realizada semana passada, não obstante isso, o Ministério da Educação (MINED) continua a apostar neste tipo de formação, tendo em vista os seus objectivos, ou seja, capacitar os jovens para o auto-emprego.
"Estamos a encontrar algumas dificuldades para estágios dos cursos de curta duração que temos vindo a promover no âmbito do projecto concebido pelo MINED, nas áreas de electricidade industrial e pedreiro, pois algumas empresas e instituições alegam vários motivos, entre os quais a alegada falta de espaço para o efeito"’- explicou Roque.

No ano prestes a findar o ministério de tutela disponibilizou ao IICB um total de 876.941 meticais para a realização dos cursos de curta duração naquelas áreas, tendo sido já formados 57, 18 e 21 estudantes no primeiro, segundo e terceiro módulos, respectivamente no curso de electricidade industrial, enquanto no de pedreiro foram formados 15 e 10 alunos, nos dois cursos até agora realizados, respectivamente.

Bernardete Roque disse que inicialmente estava prevista a introdução de seis cursos mas que devido a várias situações que, no entanto, não mencionou, apenas foram programados dois, designadamente electricidade industrial, que já vai no terceiro módulo e o de pedreiro que já está na segunda formação.
"As instituições devem ter em conta que este tipo de cursos é benéfico para o seu desenvolvimento, visto que qualifica os trabalhadores de forma rápida, cuja consolidação das matérias depende muito do trabalho prático"- explicou Roque.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 08:40
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