Terça-feira, 8 de Janeiro de 2013

Renamo liberta suposto autor de envenenamento da água do poço

A Renamo libertou, no último domingo, o cidadão Jonas Gerente, suposto autor do envenenamento da água do poço da região de Sandjungira, distrito de Gorongosa, um poço cujas águas eram usadas pela população local, assim como pelos guerrilheiros da “perdiz” para confeccionar alimentos para o seu líder, entre outros afazeres.

Este acto acontece uma semana depois de os guerrilheiros da “perdiz” terem libertado um outro cidadão que responde pelo nome de Eduardo Celestino que tinha sido igualmente detido por este partido sob acusação de tentativa de espionagem.

O processo de libertação do cidadão Jonas gerente ocorreu por volta do meio dia no posto administrativo de Vunduzi. Uma delegação da Renamo, chefiada pelo delegado provincial de Sofala, Albano José, chegou àquele posto numa viatura repleta de antigos guerrilheiros e uma outra viatura transportava os familiares do suposto autor do envenenamento.

Albano José, dirigindo-se ao chefe do Posto local e ao chefe do posto policial, que aguardavam desde as primeiras horas daquele sábado pela chegada da comitiva, que anunciara antes a sua ida ao local, disse que o seu partido decidiu libertar o cidadão Gerente porque não encontrava motivos para continuar a mantê-lo na sua base e porque tinha informações que “a Frelimo planeava raptar e executar este cidadão com o intuito de culpabilizar a Renamo para desacreditar o nosso presidente.”

José adiantou ainda que, em face daquela situação, a liderança da Renamo “optou por entregar o suposto autor do envenenamento às autoridades administrativas e policiais e na presença dos familiares para confirmarem que este cidadão está são e salvo. Termina aqui a nossa responsabilidade para com este compatriota. A nossa maior preocupação agora é localizar o mandante. Achamos nós que só ele poderá esclarecer este caso”.
Refira-se que Gerente, aquando da sua detenção pelos guerrilheiros da Renamo, pouco tempo depois de supostamente ter envenenado a água do poço, afirmara que envenenara a água a pedido do seu irmão Xavier Gerente, mediante o pagamento de 45 mil meticais dos quais apenas 20 mil seriam para ele. Na mesma ocasião, gerente explicou que o irmão lhe dissera que receberia o valor de um agente da polícia estacionada naquele distrito.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 13:28
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