Sexta-feira, 23 de Novembro de 2012

Província de Nampula: Funcionários em greve na Direcção de Educação e Cultura

Pouco mais de mil funcionários de Educação e Cultura, designadamente auxiliares administrativos e agentes de serviço afectos aos distritos da província de Nampula, estão em greve desde a manhã desta quinta-feira, clamando pelo pagamento de salários e outros subsídios legalmente previstos, que reclamam estar em atraso de seis meses.

Segundo apurou o Canalmoz, várias tentativas já foram empreendidas pelos manifestantes, não tendo resultado em nada, senão em promessas habituais por parte do Governo provincial, bem concretamente pelo então secretário permanente provincial, António Máquina, actualmente chefe do Gabinete do Primeiro-Ministro de Moçambique.

Para verem satisfeitos os seus direitos, aquele grupo de funcionários públicos optou por uma greve pacífica que paralisou as actividades na Direcção Provincial de Educação e Cultura desde a manhã de ontem.

Dizem eles que caso não sejam pagos os seus ordenados não retornarão ao trabalho, alegadamente porque de promessas já basta.
O director provincial adjunto de Educação e Cultura em Nampula, José Óscar Chichava, falou à Imprensa na manhã de ontem para justificar o sucedido. Disse que a procura da solução para o pagamento dos ordenados está numa fase muito avançada e classifica como estando na ordem dos 90%, ou seja, apenas faltam 10% de esforço para que os manifestantes sejam pagos, daí que alegou “não ver motivos para que eles assim se comportem”.

Parece, porém, esquecer o director adjunto de Educação e Cultura em Nampula que os manifestantes são chefes de famílias e estudantes que estão há seis meses a viver de dívidas para conseguir satisfazer as suas necessidades básicas e familiares. Talvez porque para os dirigentes não haja atrasos de salários.

Na ocasião, a fonte fez saber que há uma autorização expressa por parte da governadora de Nampula, Cidália Chaúque, para que se proceda o pagamento dos auxiliares administrativos e agentes do Estado em serviço.

Chichava justifica a demora com o facto de o dinheiro público ter tramitações a percorrer.
publicado por Jornal NMz Moçambique às 13:48
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